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Quando a Moda Vira Geopolítica: Bad Bunny no Super Bowl e a Autonomia como Estética
O artigo analisa o halftime show de Bad Bunny no Super Bowl como fenômeno de geopolítica cultural, onde moda, estética e identidade operam como instrumentos de poder. A partir do Realismo da Autonomia Periférica, o texto discute pertencimento, colonialidade, diplomacia cultural e os limites da autonomia estética em estruturas globais de valor, mostrando como o espetáculo revela disputas simbólicas da ordem internacional contemporânea.
Maurício Kenyatta
10 de fev.4 min de leitura
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