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Conselho da Paz para Gaza: Autonomia do Brasil sob Pressão Hegemônica
O texto analisa a proposta do Conselho da Paz para Gaza à luz do Realismo da Autonomia Periférica, avaliando seus impactos sobre a autonomia diplomática do Brasil. A partir de uma leitura crítica da arquitetura institucional do conselho, o artigo discute riscos de captura política, erosão do multilateralismo, coerção econômica indireta e desafios ao direito internacional humanitário, oferecendo recomendações coerentes com a tradição diplomática brasileira.
Maurício Kenyatta
há 3 dias3 min de leitura


A crise do Irã em 2025–2026 sob o Realismo da Autonomia Periférica
Este artigo analisa a crise do Irã em 2025–2026 sob a perspectiva do Realismo da Autonomia Periférica. A partir dos eixos de viabilidade nacional, permissibilidade internacional e autonomia técnico-empresarial, o texto examina como repressão interna, sanções, dependência energética e alianças assimétricas afetam a autonomia estratégica iraniana. O estudo apresenta cenários prospectivos e discute os limites da sobrevivência estatal sem autonomia efetiva.
Maurício Kenyatta
há 7 dias17 min de leitura


Ataque dos EUA à Venezuela: hegemonia, petróleo e autonomia periférica sob a ótica do Realismo
Análise aprofundada do ataque dos Estados Unidos à Venezuela à luz do Realismo e do Realismo da Autonomia Periférica. O texto examina coerção hegemônica, petróleo, permissibilidade internacional, direito internacional humanitário e as lições estratégicas para Estados periféricos diante de intervenções assimétricas no sistema internacional contemporâneo.
Maurício Kenyatta
3 de jan.11 min de leitura


A Política Nacional de Fronteiras à luz do Realismo da Autonomia Periférica
O artigo analisa a Política Nacional de Fronteiras (PNFron), instituída pelo Decreto nº 12.038/2024, à luz do Realismo da Autonomia Periférica. A partir dos eixos de viabilidade nacional, permissibilidade internacional e autonomia técnico-empresarial, discute-se em que medida a política contribui para ampliar a autonomia brasileira ou se limita à gestão securitária das fronteiras.
Maurício Kenyatta
16 de dez. de 202511 min de leitura


Realismo da Autonomia Periférica: Repensando o Poder do Brasil a partir do Sul Global
Este artigo propõe o conceito de Realismo da Autonomia Periférica para repensar o poder e a política externa do Brasil a partir do Sul Global. Dialogando com Ayoob, Escudé, Jaguaribe, Furtado e o realismo clássico, o texto redefine o objetivo racional de potências médias periféricas: ampliar autonomia, reduzir vulnerabilidades internas e externas, fortalecer capacidade estatal e atuar nas normas e instituições globais como forma de desenvolvimento e influência.
Maurício Kenyatta
10 de dez. de 20257 min de leitura


COP30, Antropoceno e Ordem Multiplex: entre o colapso climático e a política planetária
Este artigo analisa a COP30 em Belém a partir da ordem multiplex, das críticas do Antropoceno, do projeto Planet Politics e das perspectivas indígenas sobre território, soberania e clima. O texto examina avanços em finanças, adaptação e florestas, as ausências estruturais sobre combustíveis fósseis e os limites da inclusão indígena, discutindo os desafios do regime climático no século XXI.
Maurício Kenyatta
5 de dez. de 202512 min de leitura
Resenha Crítica: A Loteria do Nascimento de Michael França e Fillipi Nascimento
A sociedade brasileira é marcada por extrema desigualdade, figurando entre as nações com os maiores contrastes nas condições de vida de sua população. Nesse contexto, o livro A Loteria do Nascimento: Filha do Porteiro Termina Universidade, mas Não Alcança Filho do Rico (2025), dos pesquisadores Michael França e Fillipi Nascimento, surge como uma contribuição provocadora ao debate sobre meritocracia, raça, classe e oportunidades.
Maurício Kenyatta
10 de nov. de 20259 min de leitura


Operação Contenção: Necropolítica, Racialização e a Militarização da Segurança Pública no Brasil
Análise crítica da Operação Contenção no Rio de Janeiro através das lentes teóricas de Mbembe, Fanon e Krishna. Explora a necropolítica, racialização e militarização da segurança pública brasileira.
Maurício Kenyatta
3 de nov. de 20253 min de leitura


Políticas de Segurança e Defesa das Fronteiras: Uma Análise Comparada
Análise comparativa das políticas de segurança e defesa fronteiriça no contexto internacional contemporâneo. Este estudo examina diferentes abordagens estratégicas, desafios comuns e soluções inovadoras para a proteção de fronteiras nacionais.
Maurício Kenyatta
27 de out. de 20252 min de leitura


Organização das Nações Unidas: Propósitos, Estrutura e Desafios no Século XXI
Criada em 1945, a Organização das Nações Unidas é o principal fórum global para cooperação entre países. Com 193 Estados-membros, atua na manutenção da paz, promoção dos direitos humanos e desenvolvimento sustentável. Este artigo analisa os propósitos e a estrutura da ONU, seus avanços e limitações, e discute seu papel diante dos desafios contemporâneos. Para o Brasil, a ONU é tanto um espaço de projeção internacional quanto uma parceira essencial em políticas sociais e ambie
Maurício Kenyatta
6 de out. de 202511 min de leitura


Soberania e Ordem Internacional no Século XXI: Brasil, Sul Global e a Transição para uma Ordem Multiplex
A soberania no século XXI não desaparece: transforma-se. Este ensaio analisa como o Brasil e o Sul Global podem navegar a transição para uma ordem internacional multiplex, marcada por múltiplos centros de poder e coalizões flexíveis. A partir de Walker e Acharya, o texto examina a soberania como capacidade relacional, o papel das estratégias de hedging e o regionalismo inteligente. Para o Brasil, trata-se de equilibrar autonomia, desenvolvimento e liderança em uma ordem globa
Maurício Kenyatta
1 de out. de 202512 min de leitura


Briefing Lula na ONU: Estratégias e Desafios para a Política Externa do Brasil
A abertura da 80ª Assembleia-Geral da ONU trouxe um gesto inesperado: Donald Trump elogiou Lula e sinalizou reunião bilateral. Esse movimento cria novas oportunidades e riscos para o Brasil. O Briefing Lula na ONU analisa como o país pode aplicar hedging, issue-linkage e ordem multiplex para navegar esse cenário complexo sem perder autonomia estratégica. Entenda como calibrar ambição, proteger soberania e fortalecer a posição do Brasil no sistema internacional.
Maurício Kenyatta
26 de set. de 202514 min de leitura


O dilema do Brasil pós-Assembleia da ONU: soberania, riscos e oportunidades diplomáticas
A abertura da 80ª Assembleia-Geral da ONU expôs o dilema estratégico do Brasil: enquanto Lula defende soberania e multilateralismo, Trump oferece abertura pessoal para aliviar tensões comerciais. A análise mostra as oportunidades de curto prazo, como a valorização do real e o diálogo econômico, e os riscos elevados de erosão da autonomia política e diplomática do Brasil diante de pressões norte-americanas.
Maurício Kenyatta
25 de set. de 20253 min de leitura


PEC da Blindagem: retrocesso democrático e riscos para a accountability no Brasil
PEC da Blindagem: retrocesso democrático e riscos para a accountability no Brasil
Maurício Kenyatta
23 de set. de 20255 min de leitura


O que a “Declaração de Nova Iorque” realmente muda: poder, direito e o novo custo do isolamento
Aprovada em setembro de 2025, a Declaração de Nova Iorque sinaliza um novo consenso global sobre a solução de dois Estados, marginaliza o Hamas e pressiona Israel a aceitar compromissos diplomáticos. O texto analisa os impactos geopolíticos, o papel da Autoridade Palestina, a estratégia de países como Brasil, China, França e Arábia Saudita, além das implicações para a paz no Oriente Médio. Entenda como a ONU volta ao centro do jogo internacional.
Maurício Kenyatta
16 de set. de 20254 min de leitura


Amazônia segura é integração: por que inteligência e cooperação são a virada de chave
Este artigo mostra como a integração interagências e a inteligência estratégica são fundamentais para garantir uma Amazônia segura. Ao unir segurança pública, defesa, meio ambiente e comunidades locais, o Brasil pode combater o crime organizado transnacional e proteger direitos humanos. Experiências internacionais e propostas concretas revelam que só com cooperação e interoperabilidade será possível transformar a Amazônia em espaço de soberania e justiça social.
Maurício Kenyatta
3 de set. de 20253 min de leitura


Movimentos erráticos dos EUA: o preço de uma política externa de bravatas
Este artigo analisa os movimentos erráticos da política externa dos EUA sob Donald Trump, marcada por militarização na América Latina, tensões comerciais com aliados e erosão da confiança internacional. Com base em pesquisas recentes, discute-se como bravatas militares e diplomáticas prejudicam a imagem global americana, abrindo espaço para o avanço estratégico da China como alternativa de cooperação e investimento.
Maurício Kenyatta
25 de ago. de 20253 min de leitura


A Cooperação Internacional e as Organizações Internacionais como Mecanismos de Fortalecimento da Soberania em Estados Periféricos
Este artigo analisa como a cooperação internacional e soberania podem se reforçar em Estados periféricos com apoio de organizações internacionais como OMC e OMS. Abordamos mecanismos de fortalecimento estatal — capacitação institucional, legitimação internacional, acesso a recursos e proteção de direitos — desafiando a ideia de que tais interações reduzem a autonomia.
Maurício Kenyatta
12 de ago. de 202511 min de leitura


Soberania: Fundamentos Clássicos, Dimensões Contemporâneas e Desafios Atuais
Este artigo examina o conceito de soberania desde suas raízes clássicas até os desafios contemporâneos. A partir de pensadores como Bodin, Hobbes, Locke e Rousseau, analisa suas dimensões internas, externas, formais e substanciais. Foca ainda nas tensões provocadas pela globalização, dependência tecnológica e disputas ambientais, destacando o caso brasileiro como exemplo da necessidade de soberania real em tempos de incerteza global.
Maurício Kenyatta
4 de ago. de 20255 min de leitura


Diplomacia não é só bravata: o que o Brasil nos ensina sobre estratégias inteligentes de negociação
O novo artigo de Maurício Kenyatta analisa como o Brasil reagiu às tarifas impostas pelo governo Trump com uma postura diplomática estratégica, firme e racional. A resposta brasileira rejeita tanto a submissão quanto o confronto performático, defendendo uma diplomacia profissional e baseada em evidências. O texto mostra que negociação eficaz exige cálculo, uso de instituições e foco em resultados reais para o país.
Maurício Kenyatta
1 de ago. de 20253 min de leitura
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