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Diplomacia Brasileira


A Política Nacional de Fronteiras à luz do Realismo da Autonomia Periférica
O artigo analisa a Política Nacional de Fronteiras (PNFron), instituída pelo Decreto nº 12.038/2024, à luz do Realismo da Autonomia Periférica. A partir dos eixos de viabilidade nacional, permissibilidade internacional e autonomia técnico-empresarial, discute-se em que medida a política contribui para ampliar a autonomia brasileira ou se limita à gestão securitária das fronteiras.
Maurício Kenyatta
16 de dez. de 202511 min de leitura


Realismo da Autonomia Periférica: Repensando o Poder do Brasil a partir do Sul Global
Este artigo propõe o conceito de Realismo da Autonomia Periférica para repensar o poder e a política externa do Brasil a partir do Sul Global. Dialogando com Ayoob, Escudé, Jaguaribe, Furtado e o realismo clássico, o texto redefine o objetivo racional de potências médias periféricas: ampliar autonomia, reduzir vulnerabilidades internas e externas, fortalecer capacidade estatal e atuar nas normas e instituições globais como forma de desenvolvimento e influência.
Maurício Kenyatta
10 de dez. de 20257 min de leitura


Briefing Lula na ONU: Estratégias e Desafios para a Política Externa do Brasil
A abertura da 80ª Assembleia-Geral da ONU trouxe um gesto inesperado: Donald Trump elogiou Lula e sinalizou reunião bilateral. Esse movimento cria novas oportunidades e riscos para o Brasil. O Briefing Lula na ONU analisa como o país pode aplicar hedging, issue-linkage e ordem multiplex para navegar esse cenário complexo sem perder autonomia estratégica. Entenda como calibrar ambição, proteger soberania e fortalecer a posição do Brasil no sistema internacional.
Maurício Kenyatta
26 de set. de 202514 min de leitura


O dilema do Brasil pós-Assembleia da ONU: soberania, riscos e oportunidades diplomáticas
A abertura da 80ª Assembleia-Geral da ONU expôs o dilema estratégico do Brasil: enquanto Lula defende soberania e multilateralismo, Trump oferece abertura pessoal para aliviar tensões comerciais. A análise mostra as oportunidades de curto prazo, como a valorização do real e o diálogo econômico, e os riscos elevados de erosão da autonomia política e diplomática do Brasil diante de pressões norte-americanas.
Maurício Kenyatta
25 de set. de 20253 min de leitura


Movimentos erráticos dos EUA: o preço de uma política externa de bravatas
Este artigo analisa os movimentos erráticos da política externa dos EUA sob Donald Trump, marcada por militarização na América Latina, tensões comerciais com aliados e erosão da confiança internacional. Com base em pesquisas recentes, discute-se como bravatas militares e diplomáticas prejudicam a imagem global americana, abrindo espaço para o avanço estratégico da China como alternativa de cooperação e investimento.
Maurício Kenyatta
25 de ago. de 20253 min de leitura


A Cooperação Internacional e as Organizações Internacionais como Mecanismos de Fortalecimento da Soberania em Estados Periféricos
Este artigo analisa como a cooperação internacional e soberania podem se reforçar em Estados periféricos com apoio de organizações internacionais como OMC e OMS. Abordamos mecanismos de fortalecimento estatal — capacitação institucional, legitimação internacional, acesso a recursos e proteção de direitos — desafiando a ideia de que tais interações reduzem a autonomia.
Maurício Kenyatta
12 de ago. de 202511 min de leitura


Soberania: Fundamentos Clássicos, Dimensões Contemporâneas e Desafios Atuais
Este artigo examina o conceito de soberania desde suas raízes clássicas até os desafios contemporâneos. A partir de pensadores como Bodin, Hobbes, Locke e Rousseau, analisa suas dimensões internas, externas, formais e substanciais. Foca ainda nas tensões provocadas pela globalização, dependência tecnológica e disputas ambientais, destacando o caso brasileiro como exemplo da necessidade de soberania real em tempos de incerteza global.
Maurício Kenyatta
4 de ago. de 20255 min de leitura


Diplomacia não é só bravata: o que o Brasil nos ensina sobre estratégias inteligentes de negociação
O novo artigo de Maurício Kenyatta analisa como o Brasil reagiu às tarifas impostas pelo governo Trump com uma postura diplomática estratégica, firme e racional. A resposta brasileira rejeita tanto a submissão quanto o confronto performático, defendendo uma diplomacia profissional e baseada em evidências. O texto mostra que negociação eficaz exige cálculo, uso de instituições e foco em resultados reais para o país.
Maurício Kenyatta
1 de ago. de 20253 min de leitura
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